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Izabella Cristina, 16 anos,
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Oi gentii,
desculpaa demora em vir postar é que eu acabeii de entrar de férias, mas com um resfriaaado!! Mas como me lembrei que 20/07 é dia do amigo, não poderia deixar de vir aqui pra postar o mimo,né.
Quero dar um recado às pessoas que amam, gostam, invejam ou odeiam meu blog, que o dia do amigo não seja um dia qualquer em sua vida, e sim como um momento de várias lembranças pra vc.
Quero deixar uma homenagem aos amigos que passaram, que estão aqui hj do meu lado, que está do outro lado da tela, aqueles que até já se foram e estão lá do céu olhando pela gente.
Eu só tenho a agradecer a vcs meus amigos blogueiros, por estar comemorando este dia especial aqui no meu blog, quero pedir perdão para as pessoas deste mundinho que eu deixei de visitar, fiquei mtu triste por perder essas amizades.
Deixo aqui um mimo pra todas as pessoas que aqui passarem!!

Homenagem a um amigo
Durante toda minha vida,
muitas pessoas passaram por mim,
dia após dia.
Mas somente algumas dessas pessoas,
ficarão para sempre em minha memória.
Essas pessoas são ditas amigas,
e as levarei para sempre em meu coração,
às vezes pelo simples fato de terem
cruzado meu caminho,
às vezes pelo simples fato de terem dito
uma única palavra de conforto quando eu precisei.
Às vezes por ter me dado um minuto de sua atenção,
e me ouvido falar de minhas angústias,
medos, vitórias, derrotas...
Às vezes por terem confiado em mim,
e me contado também seus problemas,
angústias, vitórias, derrotas...
Isso é ser amigo: é ouvir, é confiar, é amar.
E amigos de verdade,
ficam para sempre em nossos corações,
assim como as pegadas na alma, que são indestrutíveis.
À você meu amigo:
você é muito especial e importante para mim.
Eu te adoro muito.
Sua amizade para mim tem um valor enorme,
e nada que eu possa dizer à você,
pode ser tão especial ou mais significativo
do que sua amizade para mim.
Feliz Dia do Amigo!



Os três funcionários daquela secção já não eram apenas colegas de trabalho, eram bons amigos.
A senhora que ocupava o cargo de chefia era uma espécie de mãe para os dois rapazes que dividiam com ela as atividades diárias.
O horário de expediente não era próprio para intensificar a amizade, e o tempo do cafezinho era curto para travar uma conversa mais demorada, por essa razão o moço Ronaldo, já casado, convidou o amigo para visitar sua casa.
Raul, o jovem solteiro, passou a freqüentar o lar do colega e os laços do afeto se estreitaram também com sua jovem esposa.
Passado algum tempo, o casal comemorava o nascimento da primeira filha.
A alegria tomou conta daquele lar com a chegada da pequena Ana Cláudia.
O tempo passou e um dia Ronaldo chegou ao trabalho meio cabisbaixo, o que não passou despercebido ao amigo, sempre atencioso e sensível.
O que está acontecendo, meu amigo? Perguntou Raul.
Ronaldo disse-lhe que algo o estava preocupando muito, mas agora não era o momento para falar no assunto.
Naquele dia ele convidou Raul para tomar o cafezinho, alguns minutos antes. Precisava desabafar.
Mal se sentaram à mesa e Ronaldo disse ao amigo: você sabe que minha filha acaba de fazer dez meses e minha esposa está grávida outra vez?
Não deu tempo para o amigo se manifestar e completou, aborrecido: mas eu não vou aceitar esse filho. Já marcamos o aborto para amanhã cedo. Vamos tirar a criança.
Raul sentiu como se o chão lhe faltasse sob os pés. Como cristão, não conseguia entender como um pai e uma mãe têm coragem de cometer um crime desses.
Ronaldo continuou suas justificativas dizendo: não dá para aceitar um filho logo em seguida do outro. Nossa menina está com apenas 10 meses...
Raul agora entendera melhor as razões do amigo e perguntou com sincera vontade de obter uma resposta séria: mas, e por que você deseja matar seu filho?
A pergunta caiu como uma bomba no coração de Ronaldo. Ele ainda não havia pensado na gravidade da situação.
Pensara em aborto, mas não no que ele representa: um homicídio.
Raul ainda lhe fez mais uma pergunta: e se sua filha vier a falecer, como ficarão as coisas?
Ronaldo ficou desconcertado, abaixou a cabeça, terminou de tomar seu café e voltaram, ambos, para o trabalho.
Raul tinha atividades no seu templo religioso e como a reencarnação é parte das suas convicções, rogou com fervor a Deus para que salvasse aquela criança.
No dia imediato os dois chegaram à secção, no período da tarde, pois trabalhavam só meio expediente, mas Raul não teve coragem de perguntar nada ao amigo. Temia pela resposta.
Mas Ronaldo tomou a iniciativa, dizendo: minha esposa e eu não conseguimos dormir esta noite...
O coração do amigo bateu acelerado..., mas não falou nada.
Logo Ronaldo concluiu: resolvemos deixar que venha mais um...
Raul explodiu em lágrimas de profunda alegria e alguns meses depois estava na festa de um ano de Ana Paula, a segunda filha do casal, contemplando, feliz, o paizão exibindo as duas meninas, uma em cada braço.
O tempo passou e um dia, após retornar de breve viagem, Raul não encontrou o amigo na repartição, e quis saber o que havia acontecido.
A chefe lhe falou: então você ainda não sabe?
Não, me diga o que houve, por favor. E a notícia lhe abalou novamente a estrutura ao ouvir a resposta:
A filha mais velha do Ronaldo faleceu.
Raul dirigiu-se imediatamente para o lar dos amigos para encontrar o casal em profunda tristeza.
Ronaldo, que chorava discretamente com a filha adormecida em seu colo, disse com profunda dor ao amigo:
Quero lhe agradecer por ter salvado minha vida. Sim, porque se você não tivesse evitado que eu matasse Ana Paula, a essa hora eu já teria matado a mim, movido pelo remorso e pelo desespero.
Os amigos se abraçaram e choraram juntos por algum tempo. Mas Raul não esqueceu de agradecer a Deus por ter atendido as suas preces, poupando a vida daquela criança, que agora dormia, serena, no colo do pai, que um dia havia pensado em mata-la, no ventre da mãe.

